Wednesday, October 26, 2005

conexões e os seus problemas

passaei mais de uma semana sem conexão e só foi confusão. agora estou procupada é com este módulo da disciplina ensino virtual. ufa!!!!!
já fiz uma proposta mas não sei como efetivar o trabalho
agora chega.

questões cotidianas

ops!!!!!!!!!!!!! este outubro esta que está.
tive problemas na rede de conxão levei mais deuma seman sem acesso. ainda tem a dsicipoina ensino virtual vou colocar aqui umas coisas que ando pessando para quem sabe melhor ar
VERSÃO PRELIMINAR

Planejamento de uma proposta de curso on-line

Nome do curso - A formação do professor e as tecnologias digitais - a docência em questão?

Participantes – Estudantes dos Cursos de Licenciatura oferecidos pela UNEB no Campus II
Ou Professores da Rede Pública Estadual e Municipal do Município de Alagoinhas

Instituições envolvidas -
1)UNEB Campus II - Professores do Departamento de Educação que atuam no Núcleo de Investigação da Pratica Educativa NIPE e a Coordenação de Informática.
2) Núcleo de Tecnologias Educacionais NTE 10 e os 2 laboratórios (com 10 máquinas cada um).

Número de vagas – 20

Critérios de inscrição.
1) Estar no exercício do magistério.
2) Estar cursando sétimo ou oitavo semestres na UNEB.

Local de Inscrição
1) UNEB Alagoinhas – Núcleo de Investigação da Pratica Educativa - NIPE
2) NTE 10
Preencher uma ficha de inscrição. Obs.: A ficha ficará disponível na página inicial do curso e o candidato terá de preencher a ficha e responder a um questionário inicial. (a ser elaborada).
Inscrição
A inscrição será presencial e o candidato deverá preencher a ficha de inscrição e a sondagem inicial. Estes documentos serão disponibilizados na página do curso.
Caso o candidato não tenha familiaridade com o manuseio e uso do computador deverá ser orientado a participar da oficina sobre o uso do computador que será oferecido no NTE.
O candidato receberá uma versão preliminar do programa do curso e uma atividade que deve ser realizada antes de começar o curso. Ler e comentar o Capítulo três do Livro ( colocar a referencia completa) do Nelson. Após as discussões do primeiro encontro cada cursista deverá publicar na página do curso ou no blog os seus comentários sobre o temática.



Planejamento do curso de extensão
Inicialmente os professores da UNEB/NIPE e do NTE juntamente com a Coordenação de Informática devem elaborar uma página na WEB, disponibilizando as informações do curso. Deverá ser utilizado o Servidor/UNEB e a página será confeccionada mediante a capacidade instalada no servidor da Universidade e do NTE.

A página terá o seguinte designer...................

Para o desenvolvimento e implementação do curso será disponibilizado documentação (Biblioteca) variada em suporte eletrônico/digital com acesso: restrito. Estará restrito apenas aos estudantes que se inscrevam no curso.

O contato com os professores coordenadores e a equipe de apoio será de forma personalizada, no NIPE e no NTE presencialmente, ou poderá ser realizada através de e-mail (correio eletrônico).

Formas de comunicação entre os participantes

Neste curso buscar-se-á comunicação de todos para todos. .... (colocar uma justificativa LEVY)

A questão da Interatividade constitui em um dos eixos fundamentais do curso. Segundo Silva (2000) a interatividade é um conceito de comunicação e não de informática. Pode ser empregado para significar a comunicação entre interlocutores humanos, entre humanos e máquinas e entre usuário e serviço. No entanto, para que haja interatividade é preciso garantir duas disposições basicamente: 1. a dialógica que associa emissão e recepção como pólos antagônicos e complementares na co-criação da comunicação; 2. a intervenção do usuário ou receptor no conteúdo da mensagem ou do programa, abertos a manipulações e modificações.

Serão discutidas com os participantes as formas de comunicação assíncrona e síncrona.

1. Lista de discussão do curso - a identificação do estudante e a construção de um espaço onde serão colocadas as dúvidas e/ou questões para manter um fluxo de discussão. Esta lista devera ser criada em ambiente com: yahoo, google e outros servidores da web que disponibilize este serviço.

2. Fóruns - Cria a possibilidade de promover a participação de todos, e poderá vir a enriquecer a discussão dos temas. Esta possibilidade de comunicação não está restringida a um horário fixo de utilização, esta flexibilidade promove uma adequação ao tempo disponível por parte de cada participante. Devera ser construído no MOODLE da UNEB

3. Chat - através da marcação de um horário estabelecido entre os coordenadores e os estudantes serão disponibilizados um ambiente on-line, preferencialmente o MOODLE da UNEB. Esta possibilidade oferece a vantagem de se poder interagir de forma síncrona entre os diversos participantes. Considerando que os participantes do curso não tenham computadores nas suas residências, o chat deverá ser aprazado dentro dos limites dos laboratórios.

4. Webcam e o recurso de voz - A utilização destes recursos possibilita contato visual e de sonoridade com os diferentes participantes e poderá incrementar a proximidade e a relação afetiva. O apoio destes recursos ficará condicionado a disponibilidades dos mesmos nos laboratórios.

5. Blog - devera ser estimulado nos participantes criar os seus BLOG (s). Estes devem se constitui em um instrumento de acompanhamento diário das atividades dos participantes e a sua conseqüente publicação e também estimular a participação de todos nos comentários entre os blog.
Abertura de blog nos seguintes endereços
http://blog.uol.com.br/
http://www.blogger.com/start
http://weblogger.terra.com.br/
http://blig.ig.com.br/index.php
6. Comunidade Orkut – no encontro presencial será disponibilizado aos cursista um convite para que eles formem uma comunidade. No qual possam discutir diversos aspectos a partir dos interesse deles.
Estrutura do Curso - Semi-presencial
Será realizado inicialmente em um único módulo de 25 horas.
As 05 horas iniciais presencial
As 15 horas serão na modalidade on-line ( detalhamento na metodologia)
As 5 horas finais presencial (para consolidar a avaliação processual e propor outras abordagens).



Justificativa do curso
O mundo contemporâneo passa por grandes transformações no campo socioeconômico, político, cultural, científico e tecnológico. ........................................................
Diante desse panorama a educação e a escola são desafiadas a revisitarem seus pressupostos e a repensarem outras práticas que possibilitem educar crianças, jovens e adultos em um desenvolvimento, cultural, científico e tecnológico de modo que estas pessoas possam enfrentar as exigências e demandas da contemporaneidade.
Destaco como um dos eixos estruturantes dessa reconstrução da educação e da escola a formação do professor, no seu exercício da docência como um processo perene de atualização que ao exercer principalmente, os desafios do processo de ensino precisam de conhecimentos, de sensibilidade ética e de consciência política. Assim, a discussão sobre a docência tem como foco valorizar o trabalho do professor para que ele tenha condições de produzir uma análise critica do contexto em que realiza sua pratica educativa. Considero que um dos desafios colocado no exercício da docência na contemporaneidade se constitui no trabalho com as tecnologias digitais...............

Objetivo
Discutir o exercício da docência frente as demandas da sociedade contemporânea, mas especificamente o uso das tecnologias digitais.

Conteúdos
Metodologia
Avaliação
Referencias

Friday, October 07, 2005

Algumas questões para pensar a Inclusãosocio digital.

Na contemporaneidade, os computadores em rede são objetos que, culturalmente, influenciam a vida das pessoas que estabelecem relações através dessas máquinas. Nesse sentido o contexto contemporâneo aponta para uma sociedade em rede, com uma dinâmica intensa de informação e comunicação que provoca transformações nos contextos sociais, políticos e culturais; esse novo paradigma propicia uma expansão na estrutura social vigente.
Face a estrutura social vigente nas sociedades contemporâneas capitalistas, certamente, amplos segmentos sociais poderão ficar excluídos, o que revela a profunda desigualdade do saber, no exercício da vontade e no acesso a bens materiais, mas especificamente no acesso, no uso e no domínio das tecnologias digitais e nas conexões a rede web.

Trazendo a discussão da exclusão digital para o contexto brasileiro é preciso levar em consideração que face as desigualdades sociais existentes no país, penso que ela se constitui em um dos novos marcos das lutas sociais contra essa exclusão e dentre ações das lutas por direitos sociais a inclusão sociodigital.

Abordo preliminarmente a inclusão sociodigital como uma manifestação cultural em todo o processo social na vigência da sociedade em rede como uma das formas de lutar contra a exclusão social e assim manifestar a possibilidade de se criar e recriar os micro-domínios da vida cotidiana, que operacionaliza a ação social.

A operacionalização da ação social , nos direciona inicialmente para as reflexões de José de Souza Martins ao questionar o termo exclusão na sociedade capitalista, segundo ele a questão da exclusão remete a idéia de que as pessoas, os pobres, os fracos, são empurrados para fora da sociedade, privando-se dos direitos que dão sentido às suas relações, no entanto, o que ocorre de fato, é um movimento que as empurram para “dentro” numa condição de inferioridade e subalterna de meros reprodutores mecânicos do sistema econômico, não possuindo força para reivindicar, tampouco protestar o lugar residual da sociedade que são obrigados a se adaptar.

Na compreensão do autor “não existe exclusão: existe contradição, existem vítimas de processos sociais, políticos e econômicos excludentes”(MARTINS, 1997:14). As reações advindas desses processos ao invés do que apregoam os articuladores do conceito de exclusão social,faz os trabalhadores “moverem-se no interior do possível estabelecido por essas limitações excludentes”. (MARTINS, 1997:15). O motivo da recusa traz como fundamento a idéia de que um conceito que pretende explicar toda e qualquer forma de exclusão acaba por não explicar nenhuma. Em outras palavras, considerando que “o capitalismo na verdade desenraíza e brutaliza a todos, exclui a todos”( MARTINS, 1997:32), mesmo os que se sentem incluídos. Na lógica da sociedade capitalista o que ocorre é que ela exclui para “incluir de outro modo, segundo sua própria lógica” (MARTINS, 1997:32). O problema está justamente aí nessa inclusão.

A partir dessa concepção do conceito da exclusão cabe questionar que tipo de construção se insere a questão da inclusão sociodigital? Inicialmente entendo que cada momento histórico apresenta um conjunto de tecnologias e na contemporaneidade destaco a questão do acesso as tecnologias digitais, principalmente o acesso a rede web. Entendo que as lutas pelas conquistas sociais envolvem uma construção coletiva no qual os autores sociais Estado/Sociedade se envolvem efetivamente em uma ação articulada para que possa ser implementada políticas publicas mais completa e integradas que busquem assegurar os direitos sociais aos segmentos populacionais desfavorecidos e estes possam edificar a suas cidadanias.

AINDA FALTA REFLETIR SOBRE QUAIS AS CONDIÇÕES EFETIVAS PARA A INCLUSÃO SOCIODIGITAL.

Tuesday, October 04, 2005

Comentarios gerais

Estou a mais de 15 dias sem atualizar as questões neste espaço. varios motivos comecei e ainda estou com uma forte crise de coluna que comprometeu os movimentos nas pernas, (eta! dor forte, parece que tem algo que queima por dentro,tudo incomoda andar , sentar, deitar, ou seja vc fica sem ter posição), mas tomei remedio para sedar elefante e a dor ficou, ai fui aconselhada a fazer um tratamento alternativo aliar um tipo especifico de fisioterapia com masagens terapeuticas e acupuntura. estan acupuntura parece uma "sessão tortura com estilo", ( termo inventado por mim) o médico ficou meio desconfiado, mas sorriu. devo fazer um tratamento intensivo e verificar se consigo melhorar, até agora estou sentindo pouca diferença, bem verdade que a dor já diminuiu e eu estou agora aqui teclando.

Voltando as questões da educação e da disciplina.
Começar comentando sobre o seminario do SL no IAT.

PRIMEIRO AGRADECER AO PESSOAL DA RADIO FACED/GEC/UFBA, FOI SHOW DE BOLA A TRANSMISSÃO, GRAÇAS A ESTA TRANSMISSÃO PUDE OUVIR ALGUMAS PALESTRAS. tentei na segunda-feira dia 24 assisti no Colégio Modelo a teleconferencia do Nelson, face aos problemas já mencionados voltei para casa e consegui ouvir com melhor resolução aqui na maquina de casa do que na propria sala de tele.

devido as minhas limitações vou fazer alguns comentarios gerais sem pontuar a fala dos palestrantes.

A impressão que tive do seminario foi de que a premissa básica subjacente ao evento - a comunicação em rede já esta em todo o planeta em todas as esfera das relações sociais e economicas e como fica a tuação do Estado ( não só o estado membro, com o estado da bahia) , mas a discussão ampla acerca do papel e funções do Estado na sociedade em rede tendo de incorporar os elementos da cultura digital.

serve lembrar aqui a uma posição de Castells ao questionar "determinados grupos sociais disputam usar o poder da tecnologia para servir a quem, ou a que poder da tecnologia ( penso que mais ou menos isto) e o seminario foi pontuando aspectos gerais de aspectos teóricos e gerais sobre a questão da tecnologia e a atuação do estado.
nessa abordagem a questão so SL e da inclusão digital ( infelizmente não assiti/ ouvi todas as experiencias0 mas da que ouvi que as ações na sua maioria ainda se encontram na forma de "ensinar a usar os mecanismos da máquina" e não como um fator estruturante com uma nova forma de pensar e agir.mas já é um começo.

Outra coisa impotante como informação não sabia da existencia do programa do estado da bahia de IDENTIDADE DIGITAL. SENTI FALTA DE UMA ARTICULAÇÃO COM A secretaria de educação , mas ainda está no começo quem sabe pode um dia pode aconteceer esta articulação. Outrza coisa legal conheci o pessoal do Progrma aqui em Alagoinhas e fiquei de ir lá ter uma conversa com eles.

Monday, September 19, 2005

A docência em questão

A intenção é produzir um conhecimento para subsidiar os debates em torno das mudanças que já vêm ocorrendo na área de formação de professores, face às transformações operadas no mundo, colocando desafios para se pensar a docência, entendida como o eixo estruturante da formação de professores.
Coloco alguns questionamentos para dialogar:

  1. Qual o lugar que ocupa a reflexão sobre a docência na formação desses estudantes?
  2. Que relações, posicionamentos e expectativas os estudantes dos cursos de licenciatura estabelecem com o uso das tecnologias de informação e comunicação na sua formação profissional?
  3. Quais os sentidos e significados que os estudantes dos cursos de licenciatura atribuem às tecnologias de informação e comunicação na ressignificação da prática pedagógica?
  4. Como os estudantes e professores dos cursos de licenciaturas estabelecem as relações, posicionamentos e expectativas sobre o uso das tecnologias de informação e comunicação no seu exercício do magistério?

Comentarios gerais SOBRE A REALIDADE VIRTUAL e alguns aspecto do Inclusão digial e formação de professores.

SOBRE A REALIDADE VIRTUAL

O fascínio pelo desconhecido e a necessidade de situações inovadoras cada vez mais direcionam pessoas a mergulharem em diferentes experiências nos diversos aspectos da vida, esse desafio é instigante e ou mesmo tempo temos receio de realmente mergulhar. ( às vezes, ou quase sempre estou na “turma” que fica com os receios, porém já compreendi que é preciso se lançar ao novo e aos desafios só assim conseguimos supera-los).

A necessidade de formação e aperfeiçoamento profissional – de modo constante e com qualidade dentro de restrições de tempo e, conseqüentemente, de locomoção – têm provocado alterações significativas no estabelecimento das relações sociais e profissionais frente à comunicação em rede, ou seja, a Internet, que tem proporcionado uma expansão exponencial nas diversas formas do conhecimento.Neste cenário de avanços tecnológicos, entendo ser necessário estudar e investigar a formação inicial do professor na sociedade contemporânea, compreendendo-o como um profissional de diversas ações para a mesma função, por exemplo, trabalhar com as tecnologias de informação e comunicação. Na discussão sobre a formação inicial dos professores nos cursos de licenciaturas, importa considerar a relação com as tecnologias contemporâneas. Conforme Bonillla (2002: 47), deve-se evidenciar ao menos dois motivos para acolher essa discussão: primeiro, os estudantes das licenciaturas, futuros professores, são jovens e já se encontram imersos e integrados na dinâmica da sociedade contemporânea, sinalizando, assim, para a Universidade a necessidade de sintonizar as suas ações com essa dinâmica; segundo, em um período de tempo definido pelos critérios administrativos da burocracia universitária, os estudantes serão os futuros professores e, na sua maioria, já estão engajados em práticas pedagógicas efetivas, ou seja, eles já são professores. Logo, é necessário considerar nesses espaços de formação inicial dinâmica que propiciem a discussão e construção de práticas educativas com enfoque crítico, capazes de romper com a lógica empiricista na ação do professor, o que sugere uma travessia didática de reflexão sobre a prática pedagógica, da qual o professor é sujeito. Isso implica romper com as imposições externas, a que muitas vezes os professores são submetidos, para que eles possam redesenhar suas ações, levando em conta o mundo no qual se encontram imersos.

Desse modo, penso que seja necessário o estudo de alguns elementos desta realidade virtual (no qual já nos encontramos imersos), como: a construção do mundo virtual, hipertexto e a interatividade. Penso que devemos refletir teoricamente sobre esses elementos e as suas repercussões no nosso cotidiano e no nosso exercício de professores ( para aqueles ou aquelas que já atuam como docentes ou dos outros que ainda não têm esta pratica).

Algumas pistas iniciais para estudar a realidade virtual.Conforme Lemos, (2002:166) a realidade virtual (RV) nasceu das pesquisas militares americanas para a construção de simuladores de vôos para pilotos no fim dos anos 70. Este fato propiciou a convergência tecno-científica, isto é, a confluência da ciência da computação, da neurologia da psicologia e da ótica. Estas pesquisas propiciaram uma ampliação e desenvolvimento significa na constituição das virtualidades enquanto movimento que se intensifica com as tecnologias digitais na sociedade contemporânea. [...] a virtualização é, portanto, um processo característico do movimento de autocriação que fez surgir a espécie humana, que a acompanha ao longo de sua história e que constitui a essência da transição cultural acelerada que vivemos hoje.(BONILLA,2002:177).

Acrescentar à discussão da virtualidade a posição de Lemos 2002:172INTERATIVIDADE relaciona-se a diversas formas de comunicação e vem se intensificando na contemporaneidade com os elos da comunicação em rede. Essa comunicação propicia o surgimento de ambientes de intensa integração, na qual todos os participantes interagem com criatividade. Nesta discussão, acolhe-se o conceito de interatividade relacionado a ambientes com computadores em rede , apoiando-se nas pesquisas de André Lemos (1997, p. 47). Atento ao fato de que o advento das tecnologias digitais não propicia um tipo de interatividade, mas um processo de manejo de informações binárias. Lemos delimita seu estudo acerca da interatividade, entendida como uma troca dialogal entre homem e máquina. O autor aborda diversas formas de interatividade, enfatizando que há uma relação tecno-social, em diálogo e em tempo real, entre homens e máquinas. Essa relação é ativa e possibilita, inclusive, trocas entre máquinas inteligentes sem mediação humana.Conforme Primo e Cassi (2003, pp 134-140), a interatividade ocorre quando duas ou mais pessoas realizam, simultaneamente, um determinado trabalho, com os mesmos objetivos, no qual cada um espera que o outro participante acabe sua participação para depois se expressar. Nessa relação, cada participante propicia aos demais membros a efetiva troca. Para esses autores, para que haja um sistema interativo, são necessárias três características, a saber: 1) interruptabilidade, pela possibilidade de um membro do grupo interromper o processo e se expressar quando desejar; 2) granularidade, em que se atribui a menor expressão realizada pelo participante, podendo ser um gesto ou um murmúrio; 3) degradação graciosa, que ocorre quando não se tem a resposta imediata à pergunta formulada. Desse modo, é difícil ter sempre as respostas necessárias e não se deve forçar determinados padrões para as trocas, especialmente entre pessoas, apesar de mediadas por computadores (PRIMO e CASSI: 2003, p. 138).A interatividade relaciona-se a diversas formas de comunicação e vem se intensificando na contemporaneidade com os elos da comunicação em rede. Essa comunicação propicia o surgimento de ambientes de intensa integração, na qual todos os participantes interagem com criatividade.COMO TRAZER ESTAS QUESTÕES PARA O COTIDIANO DA PRATICA PEDAGOGICA DO PROFESSO?Vou parar por aqui e depois sigo refletindo sobre estes aspectos, aguardo criticas e sugestões